Ter-Stegen de nomeado a melhor do mundo… a banco de Neuer na selecção alemã, numa situação que, confessa, o está a deixar louco

É uma situação que se arrasta desde o Mundial’18 onde Low, treinador alemão, quando Neuer estava a regressar de lesão e Ter-Stegen se afirmava como um dos melhores da actualidade, preferiu o guardião que o levou ao sucesso no mundial anterior. E tem continuado… e adensa-se a controvérsia porque a Alemanha não está a ter resultados colectivos (por exemplo, não passaram a fase de grupos no último Mundial e desceram para a Divisão B na Liga das Nações).

“Obviamente me deixa louco. Tu dás o melhor de ti e não estás onde queres estar”, confessou Ter-Stegen a “T-Online”.

“Estabeleci as minhas prioridades. Eu quero ser bem sucedido e o grande objectivo é ser número 1 no meu país (Alemanha). Mas não a qualquer preço. O Futebol é uma coisa mas a humanidade é mais importante. Eu quero conseguir olhar-me para o espelho e dizer que trabalhei muito e de forma honesta e soube lidar com as minhas ambições.”, continuou.

Admite ainda que não tem sido fácil mas que a paciência faz parte de um futebolista e que existem momentos que se tem de esperar.

Uma das razões para esta “descrença” em outro GR além de Neuer, mencionado na imprensa alemã nos últimos tempos, é de Ter-Stegen ter saído do país (do Gladbach) para jogar fora, no Barcelona. Sobre este tema/polémica refere que não se arrepende e que a experiência de jogar fora do país o fez ser melhor.

Tomara muitas selecções terem este leque de guarda-redes de renome mundial nas suas fileiras… e na Alemanha não estão a fazer a melhor gestão dos mesmos, pelos resultados notados e clima à volta da selecção/país sobre esta temática…

 

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