No fim, tudo se resume ao último momento. Robin Olsen contra a Alemanha

Antes da crítica, é importante assinalar o que de bom foi feito pelo guardião sueco na derrota no último segundo de jogo contra a Alemanha por 2-1. É importante porque é justo fazê-lo. Ficam essas defesas que iam desesperando os alemães até ao final do jogo:

Agora a crítica que tem linhas coerentes com o seu modo de ser guarda-redes (principalmente ao nível dos apoios – membros inferiores) que são sempre orientados para o centro e não para a bola. Podem atestar isso mesmo nas defesas em cima referidas e no lance em baixo, na imagem e no video:

Apoios orientados ao centro e não para o portador da bola. Foco excessivo no 1o poste, onde já tinha uma barreira com dois jogadores (que também errou por abrir).

Depois disto, ao estar atrás da barreira, com os apoios orientados mais para o centro, e ter dado um passo ainda ao primeiro poste, tirou-o do lance que foi muito bem aproveitado por Kroos. Devia ter um posicionamento mais central pela existência de uma barreira algo densa para o local onde estava posicionado o livre que já protegia o 1ºposte, faltando apenas preencher e ocupar a restante baliza. Tudo isto junto, tirou-o do lance. Tornou mais difícil recuperar para a defesa do mesmo.

No final do jogo todos deram a culpa a Olsen por este lance. Nós, até pelo início do artigo, damos relevância por ainda estarem a lutar pelo ponto contra a Alemanha e damos a explicação do último erro. Porque no fim, é isso que vai contar para a maioria… o excesso de conservadorismo traiu-o.

 

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