O medo, a hesitação e receio são, em grande parte das vezes, os maiores catalisadores de erros humanos.

É pouco habitual em Ederson Moraes que é exactamente o contrário a estas características no ataque à bola. Mas hoje, na derrota (a primeira da época) do Manchester City na Ucrânia contra o Shakthar, teve uma saída a tentar controlar profundidade  – como já fez com sucesso imensas vezes esta, e outras, época – e por medo e receio no toque final para o alívio, permitiu o golo adversário.

 

Chega a um momento que dá a entender que subestimou a dificuldade do lance e retira intensidade num possível corte. O final do lance contrapôs a uma decisão coerente com a sua filosofia de controlo de profundidade e de cobrir as costas da sua defesa. Ora vejam:

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