Um regresso a casa para voltar a ser feliz.

Joe Hart assinou esta tarde pelos ingleses do West Ham, o que representa o seu regresso a Inglaterra depois de deixar de ser opção para Guardiola na baliza do Manchester City. Partiu para Torino na época passada mas a experiência correu pior do que era suposto tendo em conta a expectativa deste histórico clube italiano ao ter um internacional inglês. O presidente no final da estadia do guardião em Turim não ficou nada impressionado e reagiu mesmo em público que esperava mais…

Agora no regresso “a casa”, Joe Hart promete muito num clube à sua medida na forma de apoiar os seus jogadores (onde será com toda a certeza bem acarinhado) tal como na forma de jogar. Nesse contexto, está como gosta. Num futebol altamente ofensivo, irá ter oportunidades de salvar a equipa e de ser potenciado no que é melhor: defesa de baliza, a remate curto ou distante e no encurtamento de espaços no 1×1 em defesas à sua frente expostas.

Enquanto isso, é uma movimentação estratégica. Em ano de Mundial’18, Joe Hart não quer perder terreno para a nova vaga (fantástica) de guarda-redes ingleses, dos quais se destacam Pickford (agora no Everton) e Butland a recuperar de forma após graves lesões. Como tal, mostrar-se perante os seus adeptos ingleses num contexto que se sente confortável, foi a decisão mais inteligente para a sua carreira neste momento. As hipóteses de continuar com a baliza inglesa e de se valorizar são maiores do que aquelas que, por exemplo, se continuasse em Itália.

Assina por empréstimo e irá ter a concorrência – até ver – de Ádrian e Randolph.

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