Muita coisa se pode concluir após um grande jogo de futebol como aconteceu esta tarde em Lisboa com os dois eternos rivais, Benfica e Sporting. Muita emoção, muita luta, muito insulto até. Tudo isso é normal num jogo tão apaixonante como este. Para nós, A Última Barreira, é um dia de análise. E hoje pode-se concluir coisas muito boas.

Vamos falar a fundo de Ederson Moraes pois foi o elemento mais colocado à prova das balizas e mais decisivo para o desfecho final.

Os posicionamentos para defesas decisivas (duas):

Dois momentos em que foi chamado a intervir e onde, os seus posicionamentos perante cruzamentos e ressaltos, foram decisivos para as defesas a evitar golo.

O pontapé longo e a intenção da reposição:

Já é do conhecimento geral de todos que o pontapé de Ederson, pelo chão ou pelo ar, é forte. Chega, facilmente, ao guardião adversário. E a sua precisão ou força, são essenciais para dois momentos: criar aflição no momento defensivo do adversário para os seus colegas aproveitarem a segunda bola de frente para os lances e também para fazer descansar a equipa. Por isso é que se vê muitas reposições a cair no guardião contrário directamente, tem a segunda intenção referida na frase anterior a negrito.

Os posicionamentos nas jogadas estudadas de lançamento longo:

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Print: Bernardo Ferrão

Fez deste posicionamento distanciado da baliza uma arma para controlar os lançamentos longos do adversário. Não foi criado grande perigo destes lances mas adoptou este posicionamento curioso em muitos destes lances. Serviu também para “baralhar” o executante do lançamento, pois o guardião acabaria por recuar sempre.

Foi para muitos o melhor jogador em campo. Percebe-se a sua influência no jogo e também no Benfica. Menção justa.

  • Gonçalo Xavier – A Última Barreira

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