Muitos se referem às grandes penalidades como sendo uma “lotaria” em que o vencedor “tem sorte”. Mas não podia haver ideia mais errada no futebol.

Como em tudo no jogo, há sorte… e azar. Mas há, principalmente, trabalho. E esse trabalho é feito por quem bate as grandes penalidades e por quem as defende. É o caso de António Filipe que foi herói em Chaves contra o Porto (ver aqui)

Em declarações ao Record, o guardião referiu que os penaltis foram preparados até à exaustão com o treinador específico Carlos Pires  e que tinha noção de quem poderia bater caso chegassem a um desempate e como iriam bater, como podem ver no seguinte excerto do jornal de hoje:

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