Weverton foi convocado à última da hora, estreou-se pela seleção principal brasileira nos Jogos Olímpicos, sofreu apenas um golo em toda a competição (na final) e é o herói brasileiro depois de uma grande penalidade defendida no desempate final.

Há uma mão cheia de anos ninguém o queria. Andava “perdido” nas divisões menores no Brasil. Nem mesmo a brilhar no Atlético-PR conseguiu ser consensual no seio dos brasileiros a sua presença no lugar de Prass. Chegou com o rótulo de um exímio defensor de grandes penalidades. E foi isso que deu o ouro inédito à sua nação no futebol olímpico.

É a vida e ele merece este momento. Grande, Weverton!

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