A poesia de Victor Hugo, dramaturgo francês, autor de, entre outras obras, “O Corcunda de Notre Dame” deu lugar ao conto de Vítor Hugo, guardião português de Futsal do SC Braga/AAUM e da Seleção Portuguesa.

Com passagens por Boavista e Fundação Jorge Antunes no início da carreira, deu o salto para o Benfica, onde se manteve por duas épocas. Sem ser aposta recorrente no clube da Luz, decidiu dar novo rumo à sua carreira, e ainda bem que o fez. Viajou para Vila do Conde para representar o Rio Ave, onde esteve duas épocas. Acabou por ingressar no SC Braga/AAUM na época passada e tem demonstrado ser o melhor guarda-redes português na atualidade.

A presença assídua na seleção de Portugal apenas vem demonstrar a qualidade do guardião natural da freguesia de Ramalde, concelho do Porto. A constante segurança e comunicação que transmite à equipa são mais-valias para a nossa seleção. O jogo frente à Sérvia foi mais uma observação disso mesmo, da mais-valia que Vítor Hugo é para Portugal. Nota-se uma equipa mais confiante e segura com Vítor Hugo na baliza e as onze defesas que proporcionou nesse jogo apenas comprovam essa segurança.

Um pouco da história de Vítor Hugo, que teve coragem de dar um passo atrás para depois dar dois em frente. Soube esperar pelas oportunidades na seleção e, em virtude das lesões de André Sousa e João Benedito, parece ter consolidado o seu lugar na baliza portuguesa.

Bem podia ser um poema de Victor Hugo, mas é apenas a história de Vítor Hugo.

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